Conheça por que o Dia Internacional da Mulher é celebrado no dia 08 de março

Muitas pessoas associam a instituição do dia 08 de março como sendo o Dia Internacional da Mulher ao incêndio ocorrido, em 1911, quando 146 trabalhadores morreram carbonizados em uma fábrica de tecidos, sendo 125 operárias e 21 operários. O incidente que aconteceu em Nova York, naquele 25 de março, marcou a trajetória das mulheres mas, sem dúvida, outros acontecimentos anteriores colaboraram para a criação desta data tão importante.

As reivindicações das mulheres em prol de igualdade econômica e política não são recentes, acontecem desde o século XIX, principalmente nos Estados Unidos e Europa. Em maio de 1908, o primeiro Dia Nacional da Mulher foi comemorado nos Estados Unidos. Em 1909, a data foi oficializada como sendo 28 de fevereiro,  com um protesto que culminou em greves e fechamento de fábricas. Na Dinamarca, em 1910, foi aprovada uma resolução para criação de uma data anual que marcasse a celebração dos direitos da mulher.

Mas, foi com a eclosão da Primeira Guerra Mundial que vários protestos se espalharam pelo mundo e, apenas em 1917, com o protesto conhecido como “Pão e Paz”, que a data foi consagrada. E, 28 anos depois, em 1945 que a ONU - Organização das Nações Unidas assinou o primeiro acordo internacional que asseverava princípios de igualdade entre homens e mulheres.

Em 1960, o movimento feminista ganhou força, em 1975 oficialmente foi comemorado o Ano Internacional da Mulher e, em 1977, o dia 08 de março foi reconhecido oficialmente.

 

Fontes: https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher.

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43324887.

 
 
Você sabe quem são as mulheres brasileiras que fizeram e fazem a história?
 
 
 

 

Chiquinha Gonzaga (1847 - 1935)

 

Nascida Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a carioca recebeu educação musical desde pequena. Seu marido - ela casou-se aos 16 anos -, no entanto, a proibiu de tocar piano.           

 

Apaixonada por música, Chiquinha largou o marido e ingressou no meio musical e boêmio do Rio de Janeiro, tornando-se compositora e maestrina.

 

Além da carreira na música, foi uma importante ativista pró-abolição e chegou a vender composições de porta em porta para libertar o escravo músico Zé Flauta.

Fonte: http://blog.fritzdobbert.com.br/pianistas/chiquinha-gonzaga/

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/03/conheca-cinco-mulheres-que-transformaram-o-brasil.html

 

 

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